17 de ago de 2014

O último adeus

Por uma distração de Deus, talvez, pudemos acompanhar nos noticiários a morte de algumas celebridades. Não por serem celebridades, apenas, mas pelo bem que elas faziam.
Uma das mortes que mais me afetou foi a do ator Robin Willians, não desmereço as outras, mas por eu ser cinéfila, senti que perdi um amigo que me alegrava e me emocionava nas telas.
Fico aqui pensando, sem julgar, mas não consigo achar respostas para a morte tão prematura de Robin. Um ator tão carismático, um ser humano fantástico. Em algumas das histórias que falam a seu respeito está a de uma menina com câncer em fase terminal. O sonho dela era conhecer Robin. Quando ele soube, sem pensar duas vezes, cancelou toda sua agenda, pegou o primeiro avião e foi até ela. 
Pessoas boas não deveriam morrer, não tão cedo.
Não sou médica, mas já li em vários artigos que a depressão é considerada doença e deve ser tratada. Além do problema com o alcoolismo, ao qual Robin estava, aos poucos, se desvencilhando, a depressão abocanhou sua alma sem piedade. E, a única saída que ele viu foi a morte.
O final que Robin teve, que me pegou de surpresa, e pegou a milhares de outras pessoas, fãs ou não, fazem-me pensar  se não havia ninguém ao lado dele que pudesse pegar em sua mão e dizer: eu estou aqui, meu amigo, com você, não desista.
Deus estava com ele, com certeza mandou anjos para protegerem, mas, no momento da angústia e tristeza, ele não percebeu. Muitas vezes Deus precisa materializar Seu amor e cuidado, para que as pessoas não cometam atos cruéis contra si próprias.
Se eu pudesse falar com Robin, hoje, eu diria apenas: venha aqui meu amigo, você precisa de um abraço. Você é muito amado por milhares de pessoas e precisamos da sua alegria nas telas, da sua sensibilidade como artista. Por favor, não nos deixe. Sim, eu acredito que o amor ou a ausência dele causa doenças.
Mas Robin se foi, assim como muitos outros... e assim como muitos outros irão. 

Puro egoísmo, mas eu não estou pronta para ver quem eu amo ou admiro partir. Pensar que nunca mais os verei ou tocarei ou falarei com eles, dói.
É fato que você começa a morrer no dia em que nasce e que tudo tem seu tempo para começar e acabar. Mas eu não apreendi a aceitar a perda, talvez por imaturidade espiritual, mas eu não aceito que pessoas boas saiam da minha vida, desse mundo deixando um espaço vazio jamais preenchido.
Talvez, a única explicação que consola o meu coração, nesse momento, é que Deus precisa de pessoas boas ao Seu lado para ajudá-Lo a cuidar de nós, que aqui ficamos. 




9 de ago de 2014

Dia dos pais!

O Naco de Prosa homenageia a todos os pais, aqueles que realmente cumprem com seu papel de educador, provedor, protetor e demais funções que cabem a um pai que realmente aceitou e leva a sua missão a sério.
Agora a minha missão é difícil, falar sobre o meu pai. Difícil, porque ele foi um pai exemplar, com certeza o melhor pai que Deus escolheu para me ensinar sobre tudo. Sempre fui sua fã e ele o meu herói, levantava sempre muito cedo, pois o trabalho o esperava e ele sempre foi muito responsável em tudo que fazia. Millôr Fernandes, dizia:- " Pais e filhos não foram feitos para ser amigos. Foram feitos para ser pais e filhos". Porém, meu pai era um paizão e amigo também, talvez eu nem soubesse, mas ele era amigo. Nas minhas lembranças, sempre muito fortes, busco a imagem imponente do meu pai, sempre alegre, sorridente, pouquíssimas vezes o vi de "cara amarrada". Lembro-me bem de quando ele era mais jovem, bonito, alto,magro, cabelos castanhos, magro, para mim, um perfeito galã, mas o tempo foi dando lugar a algumas gordurinhas, os cabelos ganharam um tom de cinza, mas ele continuava sendo o mesmo paizão.
Ele trabalhava muito e ainda sobrava tempo para ser corredor de bicicleta pelo Havaí Clube.
Pai, quanta falta você nos faz, seu lugar em nossa mesa, sua vida em nossas vidas.
Ele sempre foi um pai presente, era a luz que nos ajudava a encontrar o caminho.
Quanta saudade eu sinto e ela dói, e dói muito. Gostaria de voltar ao tempo para ficar mais um pouco ao seu lado. Milagres existem, mas penso ser muito egoísta querê-lo de volta, talvez por um segundo apenas, segurar seu rosto, ouvir sua voz, saber de você, como anda vivendo. Está difícil continuar a falar sobre você, meu amado Pai.
Ainda lembro, do seu carinho, quando você ia bem quietinho, à noite, cobrir eu e minha irmã que dormíamos no mesmo quarto, o frio aumentava e você ia ajeitar nossas cobertas, penso até hoje, que você se  levantava da sua cama quentinha, para nos cuidar.Você era muito amoroso, enérgico mas carinhoso. Preocupava-se até demais com nossas vidas e nosso futuro.
Dizem que bons filhos conhecem o prefácio da vida dos seus pais, pois eu conheço prefácio, folha de rosto, epílogo e quem sabe cada capítulo da vida do meu querido pai. Sua vida não foi fácil, mas ele estava em pé todos os dias para bater seu ponto no caderno da vida. Em seus capítulos e prefácio não há lacunas, enquanto viveu foi preenchendo tudo e com muita honradez. Era homem de caráter invejável. Ele era um artista, pois sempre trabalhou com entalhes na madeira, fazia móveis que nos dias de hoje, não existem mais. Era um criador, um artesão.
Voltando a falar sobre a saudade, ela dói muito em mim, me faz pequena e muito só. A lembrança dele ficou distante.
Meu querido pai morreu quase que de repente, sem sofrer em um hospital, aos oitenta e poucos anos. 
Fechou os olhos e dormiu o sono eterno.
Saudades de você Hilário Andrucho, meu Pai. 


Meu pai saindo da chácara já com seus oitenta  e um anos.

2 de ago de 2014

A mentirosa

A mentira sempre existiu. Padre Antônio Vieira ( foi um escritor que viveu no século XVII, quando o Brasil era colônia ), já citava o seguinte pensamento sobre a mentira: "Muito tempo há que a mentira se tem posto em pés de verdade".  

Primeiro, o que é a mentira? É falar ou dizer algo contrário à verdade, é a expressão e manifestação contrário ao que alguém sabe, crê ou pensa.
Parece-me que ficou tão banal, tão fácil mentir, nos dias de hoje, mas podemos observar que ela sempre esteve presente em nossas vidas. 
Se formos analisar estamos vivendo na mentira mesmo inconscientemente. Dá para imaginar quantas mentiras nos contam.
Talvez, você até se convença de que nunca mentiram para você, mas na verdade a mentira anda solta ao nosso redor. 
Hoje, ao sair encontrei uma senhora, boa aparência, muito bem vestida, bem penteada. Falou comigo quando passei por ela, fui educada, parei para lhe dar atenção. Eu, como sempre, estava apressada, pois estacionara o carro distante dali. Mas... parei e perguntei: 
- A senhora me chamou?
- Sim. - disse-me ela.
E começou um discurso maravilhoso, boa dicção, mostrava que tinha um certo grau de cultura. 
Ela me disse que precisava de dinheiro, pois havia chegado de viagem há pouco e fora roubada. Falou-me com tanta meiguice que quase chorei.
Disse-me que não havia comido nada e que estava muito cansada. 
A história foi tão comovente que o objetivo dela quase foi alcançado,  pois eu por pouco não a levei para deitar e descansar em minha casa. 

Ela não parava de falar e fui ficando sem ação. Quase a deixei falando sozinha, mas aí ela começou a chorar. Mostrou-me o braço engessado que estava escondido por baixo de um lindo xale que ela usava. 
Perguntei-lhe: 
- Onde a senhora foi assaltada? 
A cidade aqui é pacata. Não temos muitos problemas com assaltos durante o dia. Comecei a achar que a história daria um ótimo roteiro de filme e quem havia sido assaltada, no momento, não teria condições para tanta encenação e ela estava representando muito bem.
Aí resolvi agir. 
- Senhora, vou encaminhá-la ao albergue que eu conheço, lá vão cuidar bem da senhora, enquanto descansa avisaremos a polícia e a senhora poderá fazer um boletim de ocorrência.
No instante, em que eu disse a última palavra, ela ergueu o braço engessado (o gesso falso caiu) e  começou a gritar comigo.
- Eu não quero albergue, eu quero dinheiro, você tem que me dar dinheiro!
Neste momento muitas pessoas curiosas pararam ao nosso redor, algumas pensavam que eu estava agredindo a "pobre" senhora.  Aí, falei:
- A senhora mentiu que estava com o braço quebrado, mentiu que estava com fome, mentiu que foi assaltada, mentiu, mentiu, mentiu.
As pessoas foram se acumulando, amigos chegando para me ajudar a resolver tão difícil questão. Nem precisei chamar a polícia, pois ela já estava no local.
Muitos policiais procuraram nos arredores por mais alguém pois com certeza, ela não estava agindo sozinha.
Ela entrou na viatura e gritou:
- Sou uma idosa, estou sendo desrespeitada! Quero meus direitos!
Depois que partiram pensei: fui vítima de uma farsante que mentiu descaradamente e se fez de vítima, quando, na verdade, a vítima fui eu.


29 de jul de 2014

Chinesa carrega avó todos os dias para o trabalho

MOMENTO REFLEXÃO...
O amor de uma neta pela avó virou uma história de exemplo e superação na China. Todos os dias, Huang Li Hua, de 24 anos, carrega a vovó Wan Zongsiu, de 88, até o trabalho, para não deixá-la sozinha em casa.
Huang tem seu próprio restaurante, juntamente com o namorado, no sudoeste da província de Chongqing. Levar a sua avó é uma forma de agradecê-la pelos cuidados durante a infância, segundo ela.
"Ela nunca me deixou trancada em casa. Se ia ao mercado, visitar um amigo ou trabalhar no campo, ela me levava junto. E eu nunca quis muito mais do que isso. Sempre tive comida boa e muito amor", declarou Li Hua ao jornal britânico Daily Mail.


Fonte: A Tarde.com.br


21 de jul de 2014

Singela Homenagem ao João Ubaldo e Rubem Alves

Eu estava em viagem quando soube da morte do escritor João Ubaldo, senti muito a perda de tão grande escritor. Em viagem, fica mais difícil você cumprir algumas atividades e aí, pensei, logo que possa vou fazer um texto para homenagear tão querido escritor. Ainda fora de casa, mas pensando na homenagem ao João Ubaldo, lembrei aqui e ali romances dele no exato momento que meus pensamentos se afloravam, eu estava na livraria Cultura, em Curitiba e percebi que havia muitos leitores em busca de alguma de suas riquíssimas obras. Lembrei de uma frase dele que eu gosto muito “ Um romance são tantos romances quantos forem seus leitores”.
É claro que quando lemos uma obra, nós nos tornamos um pouco donos dela, por isso concordo com a frase acima. Eu posso pensar vários finais, vários  personagens enfim, a obra passa a ser de todos os leitores, pois cada um lê de maneira diferente. Aí, acabei lendo um pouco de algumas obras, peguei os livros dele, e fui à procura de um lugarzinho para eu poder também degustar um delicioso café. Perco-me no tempo quando estou lendo, acabei comprando alguns livros e fui embora.
No sábado, pela manhã, ouvi pela televisão a morte de Rubem Alves, na hora pensei, nossa acho que me enganei de morto, pensei que fosse o João Ubaldo, mas foi o Rubem Alves, fiz o comentário e percebi os olhares, e me dei conta da grande tragédia. A morte de dois grande escritores, por isso resolvi  escrever sobre os dois em um só texto. Estou muito triste, pois sou muito ligada à Literatura e estes dois já deixaram grande lacuna que nunca será preenchida.
João Ubaldo Ribeiro, escritor e acadêmico morre em casa aos 73 anos, no Leblon, Zona Sul do Rio, ocupava a sétima cadeira, número 34 da ABL, ele foi eleito em sete de outubro de 1999, na sucessão de Carlos Castelo Branco.
O velório aconteceu no Salão dos Poetas Românticos, a Academia decretou luto por três dias.
João Ubaldo era um escritor voltado ao povo brasileiro, com a realidade brasileira e a justiça social. Suas personagens, com certeza, devem estar muito tristes. Ele revolucionou o romance brasileiro, como exemplo: “Viva o Povo Brasileiro” e “Sargento Getúlio”.
Autor também de “O sorriso dos lagartos”, “A casa dos budas ditosos”. Em 2008 ganhou o Prêmio Camões, o mais importante da Literatura em Língua Portuguesa.Também ganhou dois prêmios Jabuti da Câmara Brasileira do Livro, em 1972 e 1984, como melhor autor e melhor romance do ano, “ Sargento Getúlio”e “ Viva O Povo Brasileiro”.


João Ubaldo





Rubem Alves

Morreu no fim da manhã deste sábado, 19, o escritor e educador Rubem Alves, aos 80 anos. Ele morava em Campinas, onde mantinha um Instituto para promover a inserção social por meio da Educação. O mesmo Instituto Rubem Alves dá assistência aos educadores.

Rubem Alves, além de escritor e pedagogo era poeta, filósofo, cronista, contador de histórias, ensaísta,teólogo, psicanalista, acadêmico e autor de livros para crianças. È considerado uma das referências do pensamento sobre Educação e tem uma biografia que conta com mais de 160 títulos distribuídos em 12 países. O pensamento de Rubem Alves que mais aprecio: “A saudade é a nossa alma dizendo para onde ela quer voltar”.

Rubem Alves

13 de jul de 2014

A menina que queria livros.

Hoje, pela manhã tocou a campanhia, era muito cedo (para mim). Saí da cama contrariada e fui atender. Abri a janela e não vi ninguém, pensei devem ser os meninos que apertam  a campanhia e saem correndo é bem comum.
Voltei para a cama. A campanhia tornou a tocar fiquei bem quietinha enrolada sob as cobertas, como se fosse possível ser vista por quem estava à minha porta. Ouvi o toque sendo insistentemente repetido. Olhei, debrucei-me para ter visibilidade e vi uma garotinha bem pertinho da porta, eu não a via devido a sacada. Perguntei a ela:
- O que você quer?
Nossa até eu me assustei com o tom da minha voz.
Ela olhou para cima, me viu, me deu um sorriso do tamanho do mundo e disse:
 - Posso falar com você?
- Pode, o que é?
E ela foi mais longe:- você pode vir aqui falar comigo, bem pertinho?
Naquele momento me senti a rainha da cocada preta.
- Fala daí, mesmo.
Mas ela não desistiu e nem se amedrontou com meu tom de voz.  Disse-lhe então:
- Está bem, vou aí falar com você, mas espero que valha a pena. Demorei para me trocar e até pensei que ela tivesse desistido e ido embora, mas que nada ela estava paradinha de braços cruzados, feito gente grande.Fiz uma rápida análise da pequena, que de perto parecia menor.Tinha belos traços, cabelos claros arrumados em um
rabo de cavalo, estava vestida adequadamente para a sua idade.Resolvi fazer-lhe algumas perguntas como se com esta atitude eu justificasse o meu comportamento.
- Quantos anos você tem?
-Acho que tenho seis, às vezes eu esqueço se são cinco ou seis e continuou a contar nos dedinhos.
- Como você se chama?
- Meu nome é Emily Cristine.
Meu coração bateu mais forte e senti como se já a conhecesse. Minha memória voltou ao passado,  quando eu esperava a minha filha e seu nome, seria EMILY CRISTINE, mas na hora do nascimento a emoção foi mais forte e esqueci,  por isso, ela tem outro nome.
Mas voltando a nossa menina, senti que ela já conquistara meu coração. Continuei com meu interrogatório.
- Onde você mora?
- Moramos bem perto daqui, nos mudamos há alguns dias, porque onde morávamos  a enchente levou tudo. Deu-me uma tristeza que sem perceber abracei a pequenina e perguntei-lhe:- você está com fome? Vou fazer um lanche para você. Não eu acabei de comer na minha casa, disse ela.
- O que você precisa, então? 

-Falaram-me que aqui mora uma professora que é muito legal, então eu vim saber se ela pode me emprestar um livro, pois os que eu lia a enchente levou. A professora legal é você?
Engoli em seco, passei meu braço sobre seus pequenos ombros e lhe disse:
- Vamos entrar, pois vou lhe mostrar todos os meus livros e você poderá levar quantos quiser.
Ela me olhou, sorriu e disse:

- Você é legal mesmo!

4 de jul de 2014

Um sábado especial - Fernanda Andrucho Matozzo


Pois é. Já faz um tempo que um dos gatos, amor da minha vida, Lumière, morreu. Costumava levar flores para ele. Perto de casa tinha uma roseira de mini rosas. Eram bonitas, ele teria gostado. Mas agora me mudei, não tem mais roseirinha perto de casa. A casa é outra, o jardim é outro, o gato é outro. Resolvi plantar uma roseira para poder alegrar a casa, a cada rosa que florescesse.Venderam-me errado, eu também não conheço nada de plantas. Plantei uma roseirinha de mini rosas, como aquela que tinha perto da antiga casa. Enfim.
Esse sábado teve feira de adoção de animais. Resolvi adotar mais um gato. Um adulto, como o Lumière. Cheguei lá, e só tinha cachorro. Não consigo entender porque a maioria das pessoas gosta mais dos cachorros. Sei lá. Mas trouxeram gatos para mim. Enquanto esperava, presenciei uma adoção. Era uma cadelinha linda, linda, pequenina, bege, carente. Assim que sua nova dona a pegou no colo, ela adormeceu segura, amada. Ah, mas quando chegou a vez de pegar o meu novo gato, não foi tão bonito assim. É, a adoção nos custou umas centenas de reais no hospital cuidando da mão do Atílio, que foi atacado. O que mais estressou o gato será? Ser arrancado de sua casa? Estar entre cachorros? Entre pessoas? Ser arrancado da gaiola? Ser cercado, perseguido na praça? Não conseguir subir na árvore numa situação de perigo? Um pouco de tudo. Talvez eu saiba porque a maioria das pessoas gosta mais de cachorros. Talvez eu saiba. Mas essas pessoas que gostam mais de cachorros, nunca vão entender o prazer do ronrom sincero de um gato. Nunca vão entender o prazer de saber que ele está dormindo no seu colo porque ele quer dormir ali. Nunca vão sentir o prazer da conquista desse carinho. Foi um sábado estressante, mas afinal, acho que histórias de amor com começos conturbados já está virando a minha especialidade, né Atilio Matozzo?. Olhe! Uma rosinha floresceu! Duddits, seja bem vindo na sua nova família.


28 de jun de 2014

Adotar é tudo de bom!

O Naco de Prosa apoia a adoção. Tantos cães, gatos e outros animais abandonados por aqueles que deveriam lhe dar amor incondicionalmente, como eles dão a nós. Sempre busco informações sobre adoções e maus tratos, entre essas procuras, encontrei o vídeo abaixo. Que conta com um clipe baseado em uma versão da música de Luan Santana, Te esperando. O nome da música é Vou te adotar.
E espero que proporcione a vocês a mesma alegria e emoção que me proporcionou.
Bom vídeo!


Ditados populares

Imagem tirada do Google.     Existem muitas expressões ou ditados populares, que às vezes não são entendidos, principalmente pelas...