João Carlos Martins aprendeu a tocar piano com 7 anos.
Aos 18 já se apresentava no festival Casals, em Washigton.
Tocou com as maiores orquestras do mundo, e gravou a obra completa de Bach.
Inaugurou o Glenn Gold Memorial, em Toronto, Canadá.
Num assalto em Sofia, Bulgária, foi atingido e perdeu o movimento da mão direita, limitando-o a fazer o que mais ama: tocar piano...
Hoje ele é regente, mas ainda nos apresenta momentos únicos como este do vídeo abaixo:
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Tenho profunda admiração por ele. Um espírito não iluminado jamais conseguiria permanecer na música. É um exemplo de superação que leva muitos a peceberem que seus "infortúnios" nada representam, só lhes falta coragem.
ResponderExcluirBjs.
Marilene,realmente concordo com você,temos tanto a nos superar.Obrigada por sua presença.Um grande abraço!
ResponderExcluirApós vê-lo tocar o Hino Nacional - cuja nota principal para mim foi uma lágrima sofrida de luta, de alegria e de superação, escorrendo pelo seu rosto - João Carlos Martins ficou sendo referência como ser humano. Não quero admirar alguém que levante as massas com discursos falsos: quero ter admiração por alguém que mostre obstinação por algo lindo – como a música clássica – mas que sua luta seja silenciosa. De uma maneira ou outra a gente acaba percebendo quando alguém nos dá uma lição de vida.
ResponderExcluirLinda postagem, estou encontrando belos posts aqui. Um beijo, amiga.